AMARELOU…
Se você está com os pulsos cortados, em cima de um banquinho com a corda no pescoço, na tênue, entre a vida e a morte, prestes a dar o seu “foda-se!” para o mundo. Mas ai, no instante em que você pula, numa misera fração de segundo, você reconsidera… E se arrepende…
“Meu Deus onde eu estava com a cabeça!”
Amarela mesmo! E clama por uma segunda chance; quem você acha que apareceria primeiro:
Deus ou o Diabo?.
A EDITORA MULTIFOCO ESTÁ OFERECENDO UM OPROTUNIDADE IMPERDIVEL!!
A Editora MULTIFOCO, através do selo ANTHOLOGY, promove a Antologia de Crônicas de Humor “Alegria, Alegria”, aberta a escritores do Brasil e de todo o mundo, que escrevam em português, textos do gênero crônica caracterizados pelo humorismo.
Os textos devem ter o máximo de dez mil caracteres, incluindo espaços, e devem ser submetidos em formato editável (Word, RTF ou texto puro).
As obras submetidas serão analisadas pelo coordenador da comunidade e pelo(s) moderador(es) e aquelas que forem selecionadas para publicação serão divulgadas através desta comunidade.
Prazo Para Envio: 15 de setembro
Fonte: Comunidade Alegria, alegria
Para se interar do regulamento e mais informações, entre na comunidade ALEGRIA, ALEGRIA e participe!!
Visite também as comunidades voltadas para a literatura:
NOVOS ESCRITORES DO BRASIL e GERAÇÃO DE ESCRITORES
POR QUE AS MULHERES SANGRAM?
Você com certeza já deve ter ouvido falar alguma vez aquela expressão:
“Nunca confie em nada que sangre por quatro dias e não morre” — já ouviu não?
Esse foi o meu primeiro erro, confiar numa mulher. O meu segundo erro Foi ter realizado meu sonho.
A minha fraqueza sempre foram as mulheres. Por mais que eu negasse, por mais que eu quisesse acreditar no contrario, jamais seria capaz de expurgá-las. Seus jeitinhos meigos e delicados, em sua maioria, doces e subservientes, toda a ternura e atração que as mulheres exercem é realmente algo comovente pra mim; eu jamais conseguiria viver assim sabe… Mas, se por um lado elas despertam a minha admiração, por outro, foi o motivo da minha traição. Não me entenda mal, não fui eu que traí. Que isso fique bem claro!
Ninguém resiste aos encantos de uma mulher. A feminilidade é uma arma letal, irresistível e inevitável, que, de uma forma ou de outra te consome. Enganam-se aqueles que pensam que as mulheres são fracas, que sua feminilidade e pressuposta fragilidade inerente as tornam uma “presa fácil”, muito pelo contrario, é justo ai que o homem perece. Onde a caça vira o caçador, e você se torna a presa.
Uma mulher pode ter tudo que deseja. A ambição pertence ao homem, mas à mulher é concedido o poder, o poder de tornar a ambição algo tangível, transformar o sonho em realidade. Ela se encontra no centro do universo, mas seu anseio ainda é um mistério. O que me condenou foi acreditar que sabia. Acreditar que conhecias os mistérios do coração de uma mulher, minha certeza foi um equivoco. Minha autoconfiança me segou. Eu havia me tornado aquilo que mais queria, e foi exatamente isso que me destruiu.
“Cuidado com o que deseja” — já dizia o antigo provérbio. — “você pode conseguir”.
Como isso é irônico agora.
Por uma mulher! Por uma mulher eu caí. Nunca pensei que isso poderia acontecer; não comigo. Mas agora, só agora percebo que tudo que eu pensava saber sobre a “mulher” não passava de uma arquetipização social. É isso que eu chamo de ironia do destino. Eu não sabia o que era ser realmente uma mulher, não de verdade. Ousei subestimar o que sempre soube que é talvez o seu maior atributo: o Mistério. Um homem nunca seria capaz de compreender uma mulher, nunca! E eu, mais do que ninguém, sabia disso. Julguei-me capaz de conceber o que anseia o coração de uma mulher. Subestimei-a. Pago por isso agora.
Aquele arquétipo arcaico da mulher como figura secundaria, sempre servis, obliteradas por um patriarquismo ainda vigente em nossa sociedade, desde a religião a os mais ínfimos aspectos de âmbito social. Com o século XXI veio a promessa de virar essa mesa, fazendo com que a mulher conquiste de uma vez por todas seu merecido lugar de destaque, não mais antagonizando o mundo na sombra do homem, não mais obrigadas a alimentarem sonhos e fantasias atrás de uma pilha de louças, ou atrás do fogão, fantasiando um mundo mágico de príncipes encantados na beira do tanque. Ao menos era isso que se imaginava que faziam lá. O despeito do homem às empurrava cada vez mais fundo à suas “obrigações de mulher”. E uma vez lá, “presas”, a mercê do totalitarismo masculino, o homem pensou que ficaria sempre no “comando”, um lugar que nunca esteve de fato, diga-se de passagem.
As mulheres dominam secretamente o mundo.
Manipulam “às escondidas”, por de trás das figuras masculinas, na segurança de suas cozinhas. Elas cuidam de seus filhos, seus lares, administram o seu dinheiro, estão sempre a par de tudo. Atrás das fofocas com as vizinhas a respeito de novelas e da vida privada alheia, elas escrevem nossas historia, direcionam nossas vidas!
Preparando suas comidas, limpando suas casas e fuxicando nos portões, despreocupadas, imperceptíveis, seguras na intangibilidade de uma aparente vida supérflua, encontraram um meio de “voar abaixo do radar”, de fazerem o que quiserem sem nunca levantar suspeitas.
O mundo come em suas mãos, e nem ao menos suspeitamos disso.
“Nunca confie em nada que sangre por quatro dias e não morre”, nunca confie!
Imaginava quando Foi que a Elisabeth deixou de me amar, mas a essa altura do campeonato, com muito pesar, chego à conclusão, agora obvia: ela nunca me amou de verdade.
Com todos os seus atributos femininos que um dia desprezei, ele me conquistou.
Ousei conceber um relacionamento “perfeito” entre nós, mas ela não era nem nunca foi igual a mim. Ela era uma mulher, uma mulher de verdade, talvez fosse por isso que a amei tanto, ela era a personificação de tudo aquilo que eu havia negado em mim mesma, pela primeira vez eu tinha visto uma mulher de uma maneira que nunca tinha visto antes, e eu queria possuí-la, tê-la pra mim. Ainda não a esqueci.
Ela acabou se tornando tudo que eu mais queria; pensei que juntas fossemos formar um casal Único: O homem perfeito, com espírito feminino & E uma mulher em sua totalidade. Completaríamos-nos, numa união máxima! Sem arestas ou rebarbas, Afinal, a mulher é algo que um homem nunca entenderia por completo. Mas eu sim… Bom, ao menos entedia, até realizar o sonho de tornar-me um homem. E uma vez como “homem” eu esqueci o que era ser mulher. Infelizmente eu realmente atingi a tão almejada perfeição do que um dia foi o meu sonho. Sou um homem por completo agora, com todos os seus defeitos.
Diferente do homem, as mulheres é que são realmente fortes. O que faz um homem tal como é, não é seu suposto poder, sua ostentação fálica perpetuada desde o éden, o que o faz ser o que é, são justamente seus defeitos. O homem é fraco, covarde e totalmente dependente. A mulher nunca precisou nem vai precisar de um homem; pelo menos não como fim, mas apenas um meio de alcançar seus objetivos. São meros títeres. Como homem, eu fiquei a sua total mercê, cai na armadilha de Adão & Eva, é aqui que adão perece, e covardemente culpa Eva por telo conquistado, por despertar nele o que nunca havia sentido antes, por mostrar-lhe o que nunca poderá ter de verdade: O amor. Assim Adão abre mão de tudo aquilo que ele necessita, a única coisa que dá significado a sua vida, e a dependência o consome.
Erroneamente dizem que o amor é uma “faca de dois gumes”, mas na verdade, ela só fere aquele que a impunha. Você não pode matar uma pessoa de amor, mas esse amor é que um dia vai matar você.
Uma criatura tão complexa e fascinante, hermética, ambivalente, adorável e odiável, que te leva ao inferno com a mesma facilidade com o qual te faz alçar ao paraíso. Um organismo complexo e completo, perfeito. Que retém em suas entranhas a dádiva da vida.
A mulher toma conta do mundo, apesar de o mesmo as rechaçarem, e desvalorizarem tudo o que elas representam. Esses sentimentos dúbios de amor e ódio, dúvida e culpa, desprezo e compaixão, sentimentos contrastantes e tão comuns ao homem, eu os vivencio agora, pela primeira vez.
Mesmo ela tendo me traído e fugido com um homem, digo homem de verdade, nascido e criado, não que importe seu gênero, Sei que ela não fugiu por amor. Tenho certeza de que ele a ama, mas uma coisa me conforta: sei que ela nunca o amará. Seu amor não nos pertence a nenhum, sei disso agora, mas ainda assim eu a amo. E sempre amarei. Nunca mais poderei ser uma mulher novamente, nem sei se conseguiria, já fracassei da primeira vez. Agora, estando aqui desse lado, minha perspectiva é totalmente diferente, vejo o mundo de outra forma, minha feminilidade que amaldiçoei; tudo que mais odiei acabou se tornando o fruto de minha paixão, o fruto proibido da sabedoria. É. Agora eu sei. Sei por que esse fruto é proibido, e nenhum ser humano deveria prová-lo. Pois uma vez vislumbrado os mistérios da vida, a mesma se torna impossível. Você nunca mais será o mesmo, nem nunca mais verá as pessoas do mesmo jeito. O saber tira o brilho da vida, a duvida, a curiosidade são o que nos motiva, nos impulsiona. Arriscar, prosseguir e tentar, cair e conquistar, isso é a vida, o mistério do amanhã, a fé, acreditar. Poder acreditar que você é feliz, ou pelo menos faz o possível para tal, que seu amor é correspondido, que sua sinceridade será retribuída a altura. Confiar, desconfiar, duvida, incerteza, equivoco.
Eu deixei de ser mulher, abandonei o divino feminino para alcançar o que pensava ser a perfeição: o masculino. Sou um fantasma, uma criatura dúbia, nem um nem outro. Nunca mais amarei ninguém, ou serei amada, não de verdade. Não pertenço mais a esse mundo, de homens ou de mulheres, descobri em minha jornada pela perfeição, a sabedoria extrema, sem recompensas, ou mudanças. O conhecimento não transforma O mundo, ele transforma só o seu mundo, para sempre. Após isso a morte se torna inevitável. O único caminho. Não tem alternativas uma vez que se sabe a verdade, e agora eu sei. Eu sei por que as mulheres sangram.
Dica! Assista, Leia e Curta: JODOROWISKY!
É sempre um desafio racionalizar um filme de ALEJANDRO JODOROWISKY, e não serei eu a fazê-lo.
Para quem não o conhece, ele é um Quadrinista, dramaturgo, mímico, escritor, ator, cineasta e mago chileno, que tem em seu currículo os trabalhos mais expressivos e significativos do século XX, de filmes como A MONTANHA SAGRADA, a quadrinhos como O INCAL, ele deixou sua marca para sempre no cenário artístico universal.
Sempre lírico e hermético; dança entre o expressionismo e o surrealismo, dialoga com o místico sem nunca se esquecer do humano, mas sua principal característica que passa despercebida na maioria das vezes, ficando oculta em baixo de tantas referencia que vão desde o tarô a ficção cientifica, essa característica seria a abordagem psicológica sempre inerente a todos os seus trabalhos. Não acho que seja psicanalítica como muitos definem, pois ele emprega algo pessoal, não é uma analise fria e racional da psique humana, ele não se preocupa em explicar ou racionalizar, ele simplesmente expõe suas vísceras e deixa a cargo do leitor/espectador assimilar tudo. Pois é ai que se encontra a arte, nas possibilidades de suas entrelinhas, o leitor/espectador se torna participativo, seus trabalhos alcançam quatro dimensões! Pois a desconstrução propostas por ele, parte primeiramente de nós! Ele nos dá a margem das possibilidades, mas é em nossa cabeça que tudo toma forma, e a magia acontece!
Todo e qualquer veiculo que ele represente, seja no cinema ou nos quadrinhos Ele o transcende! Passa do belo ao profano, nos desconcerta, causa-nos repulsa, nos conquista e nos assombra, e isso é o mínimo que se pode dizer dos trabalhos de JODOROWISKY, não arrisco uma definição do seu trabalho, nem acho que isso seria cabível, o que eu deixo é um desafio. Desafio aquele que não conhecem seu trabalho procurarem conhecer e tirarem suas próprias conclusões. Para adoçar a boca de curiosos incautos, deixo uma pequenina sinopse de um dos meus filmes favoritos dele:
FANDO & LIS

Um filme exótico, com um teor psicológico muito forte, conta a historia de um jovem casal que saem numa jornada em busca da mítica cidade encantada de TAR, onde acreditam encontrar o êxtase espiritual e paz eterna. Nessa jornada que é uma metáfora de suas jornadas interiores passando por seus desequilíbrios e inquietações particulares. Uma viagem sem precedentes que vai desde inocência corrompida ao amor sado masoquista e o paraíso inalcançável… E detalhe: FANDO é impotente e LIS é paraplégica. Que tal?
Não é um filme “fácil”, mas isso não quer dizer que não valha a pena!
GLAUBER NA TERRA DO SOL
Vou fazer um tributo ao cinema nacional e um dos seus maiores mestres:
GLAUBER ROCHA!
Destaco não um dos melhores, pois toda a sua obra é imprescindível e única, de uma forma que torna impossível escolher um melhor, enfim:
DEUS EO DIABO NA TERRA DO SOL

Poético, nos mostra as dez agruras de um bóia fria que perde o pouco que tem por uma fatalidade do destino, levando-o a matar seu capataz, sua vida que já era uma desolação fica ainda pior tendo que fugir com sua mulher. Febril, lentamente nosso protagonista vai se desvairando, ensandecendo até alcançar o ponto culminante da loucura ao encontrar um santo no meio de uma terra desolada que promete o jardim do éden, rodeado de seguidores desesperados no meio do nada, ele (o santo) “rouba” os fieis da igreja, que era a fonte de renda dos sacristãos, que por sua vez contratam um matador de cangaceiro e o colocam no rastro do santo!
Esse filme é de um lirismo agreste, que nos mostra de forma crua a vida no nordeste que ainda Hoje não difere muito da época do filme, seus personagens “áridos” como a terra que os calca lenta e arduamente… Um épico sem precedentes do cinema nacional que de certa forma inaugura o cinema novo, uma das maiores vertentes artísticas que nos colocava pau-a-pau com o cinema feito no mundo inteiro!!!
Destaque ainda pra trilha sonora narrada de forma inusitada como se fosse um Cordel, as canções compostas especialmente para o filme delineiam a narrativa, “cantando” essa maravilhosa obra prima Incontestável!
“O SERTÃO VAI VIRAR MAR, E O MAR VIRA SERTÃO…”
AMOR A FLOR DA PELE
Cinema oriental!! Um dos melhores da atualidade! E a essa altura despensa apresentações.
Destaco um filme pouco conhecido de WONG KAR WAII, “AMOR A FLOR DA PELE” excelente! Imagine o melhor da “nouvele vaugue” francesa, imaginou? Agora junte ao maravilhoso censo estético, estilístico e delicado do cinema oriental, tente conceber? Difícil né?

Pois é, eu considero esse um de seus melhores filmes, delicado, mas não se trata de uma “delicadeza” não no sentido de sutil ou frágil, mas sim, no sentido da imagética sensibilidade com a qual retrata os dramas da vida e a crueza dos sentimentos; que deságuam no mais profundo dos desejos humanos, sufocado pelos costumes de sua carga cultural milenar. Imprescindível e exótico aos nossos olhos (ocidentais) “AMOR A FLOR DA PELE” com seu visual Impecável, imprime uma atmosfera intimista e sufocante de desejo, sutilmente erótico, sem nunca ser vulgar. De poucas palavras, esse filme diz tudo que se encontra nas entrelinhas de um relacionamento.
Um filme que merece ser visto.
NÃO MATARÁS
Do diretor polonês Krzysztof Kieslowski, sensacional!!! A princípio esse era um filme pertencente a um projeto feito pela TV polonesa nos anos 80, chamado: Decágono são 10 filmes inspirados nos 10 mandamentos da Bíblia, todos eles abordados de forma análoga aos mandamentos e dilemas morais incutido pelos mesmos. Dois desses filmes feitos para a TV acabaram sendo editados e transformados em longas de cinema, que seriam os: “Não Amaras” e “Não Mataras”. Esse último, Narrado com poucas palavras, nos leva a acompanhar a trajetória de três personagens que são ligados (como o titulo sugere) a um assassinato, filmado com tons saturados, ora amarelados ora esverdeados, de forma a nos atingir substancialmente. Os tons em amarelo-manga nos fazem sentir angustia, enquanto o tom verde musgo nos causa repulsa, a combinação desse lance de cores com um enquadramento claustrofóbico, tenta nos passar o pesar psicológico de seus personagens, uma experiência diferente, inquietante e recomendadissímo!!!
O LADRÃO DE BICICLETAS
Um clássico do cinema!! de 1948, O LADRÃO DE BICICLETAS de VITTORIO de SICA.

Na Itália do pós-guerra, o povo vive em miséria, com emprego escasso, famintos os cidadãos lutam por uma vaga qualquer de emprego. Eis que surge uma oportunidade para o nosso protagonista, uma vaga de colador de cartazes! Ele finalmente poderia tirar a barriga da sua família da miséria… Mas tem um porem, ele precisava de uma bicicleta! A qual ele tinha penhorado no dia anterior como ultima opção desesperada. A duras penas ele consegue-a de volta, e no seu primeiro dia de trabalho… Ela é roubada! A partir daí, vemos a luta de um homem faminto e desesperado na procura louca de seu único meio de vida. Comovente, esse filme nos mostra um retrato cru da vida no pós-guerra alem de ser um documento único registrando a miséria causada pela guerra! Se você ainda não viu, veja!
DALI & BUÑUEL… SEM PALAVRAS!
Quem ainda não conhece, deve conhecê-lo, um diretor espanhol que foi parceiro de SALVADOR DALI! LUIS BUÑUEL. E o filme que destaco é…
“UM CÃO ANDALUZ”.
Um dos maiores marcos do cinema!! Revolucionário e insólito!
Em parceria com DALI, BUÑUEL ousou transpor para película seus mais absortos sonhos!! Isso em 1928!!! O cinema ainda era um bebê!! Quebrando todos os tabus, desafiando a sociedade, logo no inicio do cinema eles já provaram quão grande seria seu potencial!! Isso deveria ser uma lição para todos aqueles que ousam fazer cinema, pois a imaginação é o limite! Não dá pra verbalizá-lo… Veja! É surreal!!

